Thursday, January 18, 2007

 

El Glaoui




Já na transição arquitectónica para o Golfo...
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Circunvoluções cerebrais






Sinapses, cruzamentos e auto-estradas neuronais...

 

Gaston Hochar

Bekaah Reds instead of Beirute Blues...


A must have book for wine lovers that defend biodiversity:



(Originalmente publicado em www.paraiagrande.blogspot.com)













What Lebanese stories outside pure politics would help in making three-dimensional the conflict around the possession of the margins of the Litani River? Perhaps the epic tale of the wines of Gaston Hochar, from Chateau Musar, the Lebanese “Grand Cru”? With vineyards in the Bekaah Valley almost contiguous to the front lines, the continuity of that wine is an elegy to the Lebanese determination to move on. The ardour of the battles in 1983 right in harvest time made the oenologist son, Serge, to infiltrate clandestinely into their own properties to lead the vintage campaign. The family’s wine stronghold, the Ghazir Castle, was several times hit by artillery fire. There were even times when the caves of the winery had “dual-use”, employed to stock the barrels alright but also to serve as an improvised bunker for the near-panicking local population against bombardments. Can one “understand” the Bordeaux area never having tasted a Grand Cru? Isn’t it the case that each time I’m quietly enjoying a bottle of Château Musar I’m advancing an extra bit in the understanding of Lebanon? To make wine in the Arab world is always a sensible issue, and to have the arrogance to produce it according to classical canon, the French way, is quintessential Lebanese. It has something of transgression of the Coranic consuetudinary but also of a tongue-in-cheek challenging of European patronizing ways. It’s a wine one drinks with political enjoyment, so to speak. (I cherish the memory of the bottle of a 1967 I’ve opened this Summer to honour the cessation of hostilities on the way to a cease-fire).

 

Idiossincrasias do espaço habitado



As variações sobre o arco em ferradura; as proporções rectangulares 3:1 do Liwan; os assentos baixos a meio caminho entre o rente ao solo dum tapete numa tenda e os setenta centímetros duma cadeira ocidental; etc.etc.

Tuesday, September 19, 2006

 

Portadas Árabes



Marrakesh, 2005

Monday, November 28, 2005

 

A fronteira de Rafah

Mas o que me recordo sempre de cada vez que ouço falar em Rafah é daquela caótica passagem da fronteira por parte da delegação portuguesa que acompanhava o Presidente da Republica (Mário Soares) nas "duas" históricas visitas de Estado, a convite, respectivamente, do Presidente Weizmann e do Ra'is Arafat. Rabin tinha sido eliminado uma trintena de horas antes, os carros da Delegação tinham seguido pela estrada empoeirada que ligava a Cidade de Gaza a Raffah à velocidade de far-west imposta pela segurança palestiniana e, finalmente, o que era suposto ser um controlo muito discreto e rápido dos passaportes transformou-se numa boa meia hora em que os agentes de segurança israelita quiseram deixar claro que aquilo não era uma fronteira internacional bilateral palestino-egípcia. Quando finalmente foram recebidos os "all clear" para as personalidades e funcionários regressarem aos seus respectivos carros e passarem para o lado egípcio, houve uns últimos abraços e aquele calor afectivo que Portugueses e outros (como os Palestinianos) põem nestas coisas. No meio da poeira, do calor e da confusão de carros a forçarem uns aos outros pole-positions protocolarmente inaceitáveis, vejo a Primeira Dama, Souna Arafat, estender-me a mão, e saudar-me com a máxima dignidade possível naquelas circunstâncias, como se estivessemos numa rua da sua Paris querida: "Au revoir , mon cher Docteur"..

 

nota prévia


Mil e Uma Noites mal contadas


Tenho andado nisto dos blogues vai para um ano. No meu diário de bordo internético desde que estou em Madrid (www.praiagrande.blogspot.com) , tenho vindo a incluir associações e reminiscências despoletadas por factos ou leituras. Naturalmente que vêm ao de cima as minhas curiosidades prioritárias: a Santa Rússia, o Próximo Oriente, a Libertinagem Clássica. Mas o "Praiagrande" sofre de duas delimitações: o ser escrito em inglês e o tom deliberadamente frívolo. O manuseamento em "estilo livre" do Inglês não deixa de dar grande gozo e ainda assim, uma vez ou outra, vou dizendo coisas bem sérias a coberto duma aparente frivolidade. Mas confesso que há uma matéria em que sinto ganas de mudar de blog. No tom e na língua. É que se lê tanta coisa por aí sobre Árabes, Islão, Médio Oriente escrito com fervor excessivo, demasiada simplicidade e ignorância evidente. Enfim, histórias muitas vezes mal contadas.

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